domingo, 13 de abril de 2014

Homenagem Especial ao Dr. Rommel

Pedro Esmeraldo

           Neste ultimo domingo, seis de abril, homenageamos na Chácara da família, o importante empresário cratense, Dr. Rommel Bezerra de Menezes Tavares.
            Dr. Rommel e um cidadão escol, figura contemplativa no seio da sociedade cratense. Maneja bem, com perseverança, todos os negócios que lhe são atribuídos com formação organizada, o conjunto de todas as qualidades de serviço com perfeição harmônica. Nos negócios que lhe foram incumbidos, resolve com acerto e determinação.
            É um autentico agente comercial. Tornou-se figura notável com elevada dose de altruísmo. Quando necessário ajuda espiritualmente ao próximo com grande proporção de sensatez e sentimento de justiça.
            Ficamos abismados quando observamos o seu tratamento autentico com as pessoas amigas e parentes próximos. Soube contornar-se com altivez as tiradas de brincadeiras jocosas, elevando-se com dignidade o seu caráter de homem integro, abnegado ao seu trabalho e as regras geralmente observadas ao uso e costume da sociedade moderna.
            Temos o Dr. Rommel um verdadeiro cratense vibrador pelas causas justas, tira de letra suas angustias, sem deixar preocupação aos amigos. Quando lhe tratam com gestos maléficos, com desprezos e desequilíbrio moral, evita-os desviando desse caminho inóspito.
            Não procura desmerecer seus adversários, mostra a realidade com palavras significantes, mas porta-se com honradez absoluta e evita provocar os desafios do desequilíbrio moral. Por tanto, devemos assegurar o cidadão íntegro com homenagem especial dentro do padrão ético e a moral ilibada que sabe conduzir com o barco nas aguas tenebrosas, mas com o espirito de pessoas dignas que exercem com perfeição a sua profissão de cidadão honrado.
            Dr. Rommel mostra fibra, é corajoso, lutador impetuoso segue em frente os caminhos ínvios das florestas hostis. Evita cair no abismo do desespero, nas horas amargas dos percalços que surgem constantemente no correr da vida.
            Não usa viseira, porque sabe olhar para todos os lados que lhe convém. Encontra sempre um jeitinho para sair com equilíbrio a fim de evitar as artimanhas dos abutres que nos veem apoderar-se do patrimônio público cratense.
            Siga Dr. Rommel é um cidadão que segue o caminho digno. Faça força e eleve o seu espirito de homem de fé e sempre de espirito de moral alevantado, trabalhando com honestidade. Deus lhe abençoará quando seguir seu caminho atlético, merecido, mas será sempre um caminho autentico de pessoas dignas.


Crato, 09 de Abril de 2014.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Continuo Escrevendo...

                                                                                                                                 Por Pedro Esmeraldo


Não sabemos dizer por qual razão há resistência de nossa composição literária em defesa do Crato. Parece que todos almejam que esses acontecimentos ocorram em silencio. Não é do nosso agrado que haja contestação pela parte ofendida e que tudo permaneça em estado silencioso. Por fim, tornamo-nos macambúzios, sem ânimos, dizendo amém.

Acontece que o silencio em mentes ultrapassadas torna as pessoas constrangidas, sem força de expressão para reagir. Para esse tipo de pessoas, fica inacessível e não acompanha o desenvolvimento, como queremos. Para nós, seria melhor entrarmos no desenvolvimento amigável e equilibrado como apreciamos. Não deixaremos mágoas entre as duas facções e permaneceremos unidos, sem vaidade exagerada.

Ultimamente, temos recebidos críticas desvairadas de certas pessoas desumanas, com cheiro de perplexidade que nos capacitarão como cidadãos de mente obscurecida que nos levarão ao caminho das algas verde-escuras, conduzindo-nos aos campos da estagnação dos lugares úmidos, (continuamos escrevendo porque é nosso dever defender nossa terra). Agora avisamos não daremos ouvidos a insultos, porque o que vem de baixo não nos atinge. Queremos apenas que haja compreensão e o progresso seja equilibrado sobre toda a zona metropolitana do cariri. Citaremos uma frase latina “Sol omnibus lucet”. O sol ilumina todos

Isto foi o compromisso assumido no tempo de nossa infância, quando ouvimos pessoas que tinham o hábito de atacar com palavras ruidosas, com o fim de dilacerar o Crato, deixando-o entregue ao Deus dará.
    
Ficamos atônitos com vontade de pedir a Deus força compulsiva para enfrentar a luta com Amor, coragens e sabedoria profunda.

Crescemos nesse meio hostil, empurrando o barco, mas nunca esperávamos chegar a tanto descuido, com desespero, quando vimos os vereadores calados sem esboçar nenhuma resposta em defesa de sua terra.

Cremos que os nobres vereadores andam amedrontados com medo de enfrentar a luta cotidiana desse desespero que causa a permanência dos abutres que venham com impulsões de provocar o ritmo apimentado que faz entrar em ebulição permanente com desgaste emocional entre as duas cidades.

Concordamos que haja compreensão mútua. Nunca desejamos mal a ninguém. Só queremos acelerar o espírito amigável para conseguir luta digna de trabalho útil e que, ao mesmo tempo, possamos abater com decisão todas as arestas que sangram e nos levam para mau caminho, às vezes espinhentos que trazem tristeza. Com isto, transformamo-nos em esmorecidos, permanecendo nos espaços de Luz, sem brilho e o com pensamento obtuso.

A constituição Brasileira nos dá o direito de manifestação de livre expressão de palavra e pensamento.

Estamos aqui para manifestar com a liberdade desejada (sem atacar ninguém moralmente), mas queremos empurrar o barco em caminho da concórdia a fim de vivermos com processo mental e equilíbrio, concentrados na elaboração das ideias.

Não desejamos que esta cidade, que outrora permanecia animada e que através de artimanhas vem sendo purgada por causa de tratamento obscurecido em querer nos conduzir ao caminho da estagnação. 

Não podemos dar o braço a torcer. Termos medo de sermos trucidados pelo vento bravio ou por um tsunami, que conduzirá o cratense na amargura com a falta de respeito a esta cidade.

Por isso pedimos aos vereadores que sejam cratenses, e venham lutar, gritar com brados bem altos. Não mexam com o Crato. Lutem pelo Crato, e briguem pelo Crato. Sejam homens de coragens e não venham esmorecer em suas funções.


Crato – CE, 28 de março de 2014

domingo, 30 de março de 2014

Venham Conhecer o Crato


Sempre nos causa revolta, quanto ao pronunciamento sem luz dos cratenses que moram fora, veem macular à boa conduta de seus conterrâneos. Com palavras ocas, só poderão emperrar o crescimento da cidade.
Notem bem senhores: não vamos falar à toa, mas desejamos que haja união e compreensão mutua. Não respeitam a preservação do nosso patrimônio.
    Infelizmente, procuram-nos diminuir empurrando-nos para um ambiente escuro. Para nós, isto e um desrespeito pelo qual se torna incontestável, cheio de sombras maléficas que nos causaram arrepios devido a mudanças no comportamento climático. Com isso nos agravara a temperatura emocional e o comportamento estável. Partiremos para o lado da discórdia, e da intolerância doentia.
Aquela gente impetuosa praticava reuniões ás escondidas, na calada da noite. Deixávamos com o pensamento cheio de urdiduras sem nada poder fazer.
Retiraram daqui todo o conjunto de obras que seria o ponto de equilíbrio para que pudéssemos lutar pelo bem- estar econômico e social.
Quando acaba, ainda aparecem cratenses que abaixam a cabeça e dizem amém. Chegam a retirar o direito de Campus Universidade Federal que seria o embrião da futura Universitário cratense.
Admitamos que nessa cidade apareçem os abutres, depredando sem dó e nem piedade.
Não há mais dúvidas, são confirmados planos sórdidos que alguém revela: Procede de uma entidade da capital esse abuso esse abuso forjado contra o Crato. Todos nós, os cratenses, somos castigados por termos direitos iguais.
Uma vez, numa reunião, ouvimos um deputado do PT e da alta cúpula do planalto, disse que foi ele um dos que ajudaram a retirada da Universidade Federal do Crato. Fez isso porque o prefeito da outra cidade era do PT, mas quem merecia mesmo era o Crato. Ao mesmo tempo, quis comparar o Crato como grande centro educativo do grande nordeste.
Não pessoal, filhos do Crato, consideramos isso como desprezo, um desprestígio. Não vamos baixar a cabeça e nem vamos dizer amém. Fiquem sabendo senhores: O Crato foi tratado com desdém. Depois, vem com desculpas esfarrapadas dizendo palavras estapafúrdias que nos causam pavor.
Não senhores, somos bastante ativos. Não somos saudosistas, como eles dizem. Também progredimos, com atividades que nos levam a caminhos largos de vida próspera, com honestidade e trabalho.
Esta cidade não merece ser desprezada, não somos isso que vocês dizem. Não temos riquezas, os ricos daqui (serão que são ricos mesmo?) não tem condições de arcar sozinhos com responsabilidade permanente.
Para seus conhecimentos aqui há investimento particular.
Não é preciso dizer aos incrédulos do Crato, que aqui só vem migalhas. Não senhores, ao mesmo tempo pedimos que abram os olhos, tirem as viseiras e olhem para todos os lados da cidade que vocês verão a cidade crescer distanciadas das autoridades estaduais. O que acontece é que a nossa estrutura não é apoiada por todas as áreas políticas, aqui recebemos pouco apoio das autoridades atuais. Mas assim mesmo, aceitaremos de bom grado por que tudo que vem é bom para a nossa Seara, será bem contemplada e bem recebido.
Agora podemos dizer tudo que vem para o Crato é contestado pela outra cidade e é obscurecida pelo movimento falacioso provocado pelos inimigos número um do Crato, por que todo progresso tem que ser destinado só para lá.
Aqui, não temos direito a nada; só temos direito de dizer amém.
Para se ter uma ideia, observem por que tudo é arrancado daqui na marra. Basta verificar, quando arranja qualquer benefício para as duas cidades, lá é a cidade comtemplada primeiro, já que constroem as obras em poucos espaço de tempo. No Crato leva meses ou anos para construir uma obra.
Temos como exemplo o centro de convenções, iniciada há mais de dez anos, (no governo de Lúcio Alcântara) por quê? E o ginásio poliesportivo da Urca, quando é mesmo que vão inaugurar? Ah que coisa triste pra nós! E ainda vem chamar o Cratense de acomodado? Possuidor de ressentimento pelo malogro do Crato que foi provocado pelas artimanhas dos inimigos. Agora dizemos em voz alta, é doze para elefante.
Relembremos as construções residenciais (minha casa minha vida), lá do outro lado do mundo constroem-se rapidamente e no Crato demoram a iniciar a construção, pois faz meses que estão emperradas. Constroem a passos de cágados.
O canal do rio granjeiro é um desafio. Não fazem nada com seriedade. Tomam medidas apressadas e paliativas. Querem enganar o povo com banana e bolo, ou melhor, querem tapar o sol com a peneira.
Quanto à mudança da ExpoCrato, devido tanto descaso que há no tratamento não igualitário, vez que o Crato permanece tão abandonado o Cratense fica de orelha em pé e não acredita mais em propostas governamentais.
Ocorre, porém que essa pretensão da Urca querer realizar seu sonho de dominar a educação sem respaldo afirmando: Terreno a Urca tem demais, ou seja: Campus do bairro do pimenta, lá há terreno que satisfaz os seus anseios que é uma grande área por larga superfície que serviria para aproveitar em prédio. Onde estar localizada a faculdade de Direito. Lá há uma superfície enorme que poderia construir prédios para diversas modalidades de ensino superior.
Também, no bairro pimenta poderia construir prédios de proporção alarmante, visto que onde foi construído o primeiro prédio da faculdade de filosofia o professor José Nilton ex-diretor, iniciou a construção do prédio de dez andares, não chegando a terminar por falta de verba, mas o projeto está estruturado, basta concluir se quiser.
Se quiser conhecer o Crato, venha dá uma voltinha na cidade, percorra todos os bairros, observe como o Crato cresce assim mesmo com desprezo e abandono.
Ah, íamos esquecendo, com relação da estátua de Nossa Senhora de Fátima, no Barro Branco, quando é que vão terminar mesmo?
Ficamos por aqui. Queremos que todos saibam a verdadeira situação do Crato, só consegue o desenvolvimento privado e o governamental contestado pelo impedimento dos embusteiros.
Por Deus, pedimos com sinceridade: Cratenses ajudem o Crato, façam força por que ele também merece um lugar ao sol.
Procurem crescer com o Crato, creio que vocês não se arrependerão. A cidade agradece.


PS: Esta crônica e dedicada ao parente e amigo Coronel Ronald Brito e ao amigo R. Noroes Oliveira

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Macário de Brito Monteiro: uma homenagem a um amigo que se foi – Por Pedro Esmeraldo


Quando iniciei o emprego no antigo DCT,(Correios) habituei-me a seguir a rota da outrora Rua do Fogo, hoje denominada de Rua Senador Pompeu. Admirava-me do encontro matinal de um grupo de cidadãos de bem que permanecia lá durante alguns minutos, antes dos seus horários de trabalho.

A princípio, atravessava aquela artéria urbana com acanhamento. Aos poucos, fui perdendo a inibição e aproximando-me daquelas pessoas, tentando enquadrar-me ao rol daquela turma. Enfrentei o grupo com confiança e serenidade; esforcei-me para encontrar lá um ambiente compreensível e agradável, proporcionando-me integrar com os novos amigos.

Era um grupo de pessoas brincalhonas, onde aconteciam brincadeiras sadias, inofensivas, deixando todo tempo para conversas amenas. Tudo que eu quero dizer é que havia coesão entre aqueles amigos. Não se via, nem havia malícia, mas gestos de pessoas corretas, praticantes do bom senso, estimuladoras da arte do racionalismo social.

Lembro-me que havia entre eles uma pessoa de grandeza espetacular, tanto pelo seu caráter, como pela maneira de agir. Por isso senti-me integrado ao grupo que permaneceu por lá há cerca de quarenta anos. O cidadão a que me refiro sempre agia com simplicidade e muita sinceridade. Não estimulava a discórdia entre aqueles amigos. Não zombava de ninguém. Era bondoso e prestativo. Tratava todos com atenção profunda e respeito. Era fiel e marchava no caminho firme. Tinha o costume de evitar a desatenção para com quem quer que fosse...

Agora quero ressaltar o grande comportamento dessa pessoa digna merecedora de aplausos, que só fazia o bem e estimulava – com os seus exemplos – todos a seguirem seu caminho.

Refiro-me a notável figura de grande valor moral, possuidor de espírito prestativo e solidário, econômico no uso das palavras, que foi Macário de Brito Monteiro. Era ele descendente de importantes clãs caririenses que deram homens da envergadura de José Pinheiro Bezerra de Meneses – conhecido como Capitão Zeco dos Currais, e de Macário Vieira de Brito, nascido na Ponta da Serra, neste município.

Não tenho dúvidas em afirmar que Macarinho (como sempre o tratávamos), foi com toda certeza um dos maiores líderes da sociedade cratense.

Nunca se viu Macarinho queixar-se ou falar mal dos amigos. Era comedido no agir. Não maltratava ninguém e nem discutia por qualquer brincadeira. Era um senhor observador; não respondia aos insultos; preferia dar uma tapa com mão de luva aos insultos dos intrigantes aos quais respondia com o silêncio.

Para mim, dificilmente há outra pessoa semelhante a Macário de Brito Monteiro. Se Deus permitir, creio que algum dia poderá aparecer outro – mas não igual a ele – imitando o seu gesto, pelo menos em parte, além de dotado de uma bondade natural.

Agora olho para o céu peço ao Bondoso Deus que afaste esses “ intrujões” que vez por outra aparecem naquele local e que não permaneçam mais cutucando os cidadãos com palavras ofensivas, abalando a moral de qualquer pessoa que por lá compareça.
Por fim, algum só tem a casca, e o miolo podre.

Por Pedro Esmeraldo

sábado, 22 de outubro de 2011

AGRADECIMENTO A DOIS BONS AMIGOS


Pedro Esmeraldo


Antes, desejo prestar homenagem póstuma a dois grandes intelectuais cratenses: o professor J.de Figueiredo Filho e a minha tia Maria de Lourdes Esmeraldo, a quem devo a permanência nas lides intelectuais do Crato, paradigmas da cultura, visto que me orientaram com cuidado especial a fim de estimular-me na arte em defesa da cidade. A esses dois ilustres filhos cratenses, venho agradecer pela sua bondade e tenho o cuidado de usar a palavra com dedicação e esmero.

Também me recordo de outras configurações gerais pertencentes ao corpo do intelecto desse município que ganjearam conhecimentos, fazendo movimentação política em amor à terra comum, instruindo jovens que fizessem um novo Crato, transformando-a em uma cidade relevante, digna de prestígio em um maior Centro Cultural do Cariri. Esses homens difundiram o Crato culturalmente, promovendo a juventude para que soubesse caminhar no ramo cultural.

Querendo dar maior ênfase, cito as figuras dos principais mestres que culminaram com o desenvolvimento desta cidade e estão proliferando até esses dias pessoas relevadas que souberam traduzir o seu pensamento de serenidade e amor à terra. São eles: José Flávio Vieira, os irmãos Carlos e Armando Rafael, Emerson Monteiro de Lacerda, Carlos Eduardo Esmeraldo, Antônio Vicelmo, Huberto Cabral, dr. Wellingotn Alves de Sousa, dentre outros que souberam traduzir e galgar as montanhas das letras com muita precisão  e todos os cientes do dever de defender o torrão natal que está sendo vilipendiado e destratado pelas atuais autoridades do Estado.

Relembro dos grandes sacerdotes intelectuais cratenses que foram notáveis e trasnformaram este município em uma cidade cultural que deram nome ao Crato de Capital da Cultura. Não se deve esquecer da magnitude do Colégio Diocesano a quem devo o meu desenvolvimento cultural e intelectual e a minha presteza de servir à terra. Lembro bem das figuras do padre Gomes (o maior historiador), da direção dedicada de Monsenhor Montenegro e do professor José do Vale Feitosa e muitos outros que passam a relembrar momentos históricos das datas comemorativas, sempre orientando os jovens com a dedicação de seguiram um bom caminho.

Convém lembrar que este colégio foi o principal timoneiro dos movimentos febris, pois conduziam todos a seguirem com dedicação e exaltação do expansionismo cultural do Cariri.

Foi do Crato que surgiu o primeiro grito pela independência no ano de 1817; foi do Crato que surgiu o primeiro grito pela liberdade (Confederação do Equador) no ano de 1824, capitaneada pelo cratense Tristão Gonçalves de Alencar Araripe; foi daque do Crato que houve o primeiro movimento pela expansão e melhoria do comércio e da agricultura. Por isso, deve-se notar que o Crato está sendo enganado, querem transformá-lo em uma cidade da discórdia e de dormitório moderno, mas ninguém se conforma com este pensamento dúbio, vez que Crato sempre foi uma cidade valente e não aceita ser envolvida pelos algozes e perseguidores.

Felizmente, tenho bons seguidores que me acompanham e me incentivam a marchar para a luta em defesa de minha terra. Noto que a cada dia vem aumentando a minha permanência de defender com unhas e dentes o meu torrão natal com garra e a esses senhores só tenho a agradecer a sua boa vontade e peço, ao mesmo tempo, que orem por mim, pedindo a Deus força, altruísmo, perseverança e um pouquinho de sabedoria.

Muitas vezes fui perseguido por certos jornalistas piegas que vieram me açular co palavras inócuas e ofensivas, mas não dou ouvidos a essas palavras e continuo na luta até hoje sem esmorecimento.

Agora quero agradecer a dois parentes amigos que me presentearam com a impressão deste livro e ao mesmo tempo afirmo, com sinceridade, que serei agradecido e peço aos dois primos amigos Dr. Luciano de Brito Gonçalves e o Jornalista José Esmeraldo Gonçalves que me granjearam com toda atenção a edição desse livro. Não tenho mais palavras para agradecer a não ser tornar-me fiel a esses dois amigos até a minha morte.


Crato-CE, 17/10/2011
Discurso proferido no lançamento do livro Contra o Vento

domingo, 28 de agosto de 2011

RESPONDEMOS A UMA PALAVRA LOUCA

Pedro Esmeraldo


Somos ofendidos por palavras maldosas e tresloucadas. Respondemos à altura, mas com gesto de seriedade. Não somos piegas, mas não nos apegamos às coisas supérfluas. Avisamos que lutaremos com bravura a fim de defender das mazelas ocorridas constantemente. Isto nos causa mal estar, pois sempre somos sugados pela máfia da discórdia que vem nos embaraçar com gestos de cidadãos abobados, impedindo de marchar para o lado da boa vizinhança, que nos trazem lágrimas ardentes, que sempre nos envergonham pela falta de amor à terra comum.
Não venham com conversas disparatadas provocadas por esses homens de índole discordante que só visam esmorecimento e não compreendem que todo caririense quer ser tolerante com aspecto de trabalho, promovido por pessoas esclarecidas.
No momento, queremos travar combate para alcançarmos uma política igualitária, pois temos como objetivo que cada um possa escolher o seu movimento de trabalho, sempre marchando para luta da objetividade e que tenha o ato de respaldar na estrada larga e atenuante de trabalhos eficazes com perseverança com o intuito de diminuir a gravidade que ocorrem constantemente, denegrindo a boa imagem do cidadão caririense.
Infelizmente, aqui nessa região metropolitana que se diz igualitária, não observamos esse tal movimento devido a ganância de um povo aventureiro que tem o desejo de se elevar sozinho, desprezando as outras comunas que desejam sobressair-se com a ânsia de tornarem-se iguais às demais cidades da zona metropolitana.
Temos como objetivo adquirir boas qualidades de movimento para frente, para que todos consigam um ato de efeito espalhando seu trabalho na estrada que conduz a um desejo de avançar os sinais da boa amizade. Consideramos isso como sendo uma política de desigualdade econômica e social, pois se não conseguirmos esse intento marcharemos para a política refluente, deixando os outros municípios caminhando sozinhos sem nenhuma direção.
Mas esses homens que se dizem progressistas não deixam os outros avançarem. Permanecem com a força política cheia de pensamento egoísta, usufruindo de seu prestígio. “Políticos aventureiros cheios de pensamentos maldosos”. Também utilizam os prestígios de outros políticos semelhantes que marcham em caminho sujo e se comunicam entre si, retirando os bens dos outros municípios e que deixam todos abobalhados.
Por isso temos o desejo de que haja união entre todas as cidades da zona metropolitana caririense, observando uma junção de homens sérios e que tenham força para seguir uma caravana de amizade sadia e de trabalho unido.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

QUESTÃO DE INTERPRETAÇÃO

Pedro Esmeraldo


No momento queremos responder críticas desairosas de pessoas aventureiras que por hora vêm nos ofender com palavras desagradáveis que nos deixam totalmente amargurados.

Não ofendemos nenhuma pessoa humana mas o que está acontecendo na área política cratense merece discussão. O desinteresse em defender o Crato é gritante.

Na semana anterior fomos abordados por pessoas idôneas, querendo defender esses políticos desajeitados e que não querem esforçar-se a fim de organizar um trabalho sério para reconquistar o patrimônio do Crato, perdidos há anos. Não formamos palavras desmerecedoras com os políticos locais, mas queremos que haja uma reação e que venha estimular o povo para que todos saiam da morosidade permanente.

A causa desse abandono do Crato foi devida a falta de amor desses homens e que hostilizaram os políticos acarretando falta de interesse de melhorar a cidade com infra-estrutura moderna.

De maneira alguma, referimos aos políticos cratenses essa série de desagrados e que ao mesmo tempo merecem respeito e que trabalham com amor e tenacidade. Vemos um bando de homens interessados, lutando, deixando a cidade bem equilibrada economicamente e politicamente. Isto é coisa de deixar o cratense desanimado com seu trabalho profícuo e tenaz.

O Crato está se elevando, está progredindo assustadoramente graças a alguns políticos bondosos que foram escolhidos pelo povo e o próprio povo está satisfeito.

Ninguém fala em outra coisa senão no crescimento ordenado do Crato. Vejam bem: não se fala na expansão do curso da URCA, pois anda em marcha lenta. Não se comenta a expansão do melhoramento da expocrato. Não há ritmo acelerado na construção da escola de ciências agrárias e da construção da escola profissionalizante, na Rua Coronel Teodorico Teles. Tudo ocorre ao Deus dará, devagar, muito desequilibrado.

Queremos dizer que não gostamos de falar mal de ninguém, mas relembramos a fraqueza dos prefeitos passados que deixaram o Crato entregue a própria sorte. Não se fala das brigas dos vereadores na Câmara Municipal. Isso tudo é agravante e fica na maré mansa sem resolver os problemas do Crato.

Por isso, queremos afirmar que a palavra Beócia, como comentaram anteriormente e fomos criticados aleatoriamente, queremos dizer que não citamos nome de ninguém e consultando o dicionário Aurélio, Beócio significa pessoas que nasceu na antiga cidade da Grécia e também significa ignorante, tolo, etc. É isso que temos que falar, porque não desejamos mal a ninguém. Da próxima vez venham com mais moderação.





27/05/2011.

Crato-CE.